Author Topic: Vozes Alfonsinas - Antologia de Música em Portugal na I.M. e no R. (2000/2008)  (Read 4 times)

Offline 0

  • Posts: 137
Antologia de Música em Portugal na Idade Média e no Renascimento



http://www.sonusantiqva.org/i/V/VozesAlfonsinas/2008AntologiaMusicaPortugal.html




Dos discos, grabados con ocho años de diferencia (2000/2008). Supongo que no encontraron la manera de editar la primera grabación y años después, junto con el nuevo, lo incorporaron al 'proyecto antológico' con libros y demás. En la página del grupo puede verse el último disco 'por editar'. Leer a Manuel Pedro Ferreira siempre es muy interesante, así que estoy pensando en copiar (poco a poco) el libro en algún sitio aquí en el foro. De hecho son dos libros, pero el segundo son ediciones musicales.

Dice Jerome F. Weber en una reseña citada en la página del disco (http://vozesalfonsinas.wixsite.com/valf/critica-cup):
Quote
Finally, a two-volume edition of medieval and Renaissance music from Portugal comes with two discs directed by the author, Manuel Pedro Ferreira. The music ranges from Old Spanish chants to obscure Renaissance works on the first disc, while the second disc include chant Propers for Christmas Midnight Mass and part of the Office of Matins of St Gerald of Braga, the latter new to records. The singing is of exquisite purity.

Copiaremos la descripción, no sea que desaparezca en el fluido mundo de la red:
Quote
A presente Antologia dedicada à música em Portugal na Idade Média e no Renascimento, compreendendo dois volumes e dois CDs, põe pela primeira vez à disposição uma introdução histórica actualizada sobre os primeiros séculos da actividade musical no território português, ilustrada com fotografias a cores e a preto e branco, com exemplos sonoros e com transcrições musicais.

A introdução, a direcção musical e a coordenação das colaborações musicológicas coube a Manuel Pedro Ferreira, especialista da Universidade Nova de Lisboa com largo currículo internacional.

Os discos foram gravados pelo grupo Vozes Alfonsinas, que desde 1995 se dedica, com assinalável sucesso, à recriação e divulgação da música ibérica mais antiga.

A antologia de música reúne 56 peças, uma variedade de repertório conhecido ou composto no território que hoje é Portugal entre o século VII e o final do reinado de D. Sebastião.

A secção «Monodia sacra» inclui duas peças inéditas, uma versão desconhecida e novas leituras de outras três peças.

Nas secções «Monodia profana medieval» e «Monodia religiosa medieval em língua vulgar» incluem-se novas leituras musicais de três cantigas e três propostas inéditas de adaptação de melodias medievais a textos cantados que nos chegaram sem música; quatro composições recebem também uma nova edição textual.

A inclusão, sob o título «Primeiras polifonias e polifonias simples», de peças medievais até há pouco desconhecidas ou sujeitas a interpretações equivocadas e de peças mais tardias que dificilmente se enquadram nos cânones eruditos é, em si mesma, uma novidade historiográfica, que vem na linha da recente valorização, na musicologia internacional, de modos de fazer música algo arcaicos ou informais. Esta secção inclui três peças absolutamente inéditas e três outras que apenas se encontram em publicações de circulação restrita.

Na secção «Canção profana (século XVI)» apresentam-se leituras por vezes distintas das que nos são oferecidas nas edições disponíveis, havendo sempre o cuidado de dispor os textos completos sob cada uma das vozes, nos casos em que a textura é polifónica.

Na secção «Polifonia sacra (século XVI)» incluem-se nove peças inéditas e uma que estava apenas parcialmente publicada.

Na secção «Música instrumental» incluem-se cinco versões ou peças inéditas provenientes da Arte novamente inventada para aprender a tanger de Gonçalo de Baena (Lisboa, German Galharde, 1540), entre as quais uma intabulação do mais célebre moteto de Pero do Porto (Escobar) e uma composição rara de Cristóbal de Morales, além de novas leituras de duas fantasias para tecla atribuídas a António Carreira, o Velho.

A edição, a partir dos impressos originais, das peças de Milán e Fuenllana teve em conta a possibilidade de se tocar na guitarra moderna a música aí publicada em tablatura para vihuela.

El primer disco suena maravillosamente y además tiene la primera y única grabación de la CSM 283, de tema portugués (también había primeras grabaciones en el Time of Troubadours), la primera cantiga de amigo de Martin Codax y el Ad honorem regis del Calixtino. A pesar de que el disco está catalogado (parcialmente) en medieval.org y se lista la CSM 283, en lista de cantigas su entrada aparece vacía, de momento. Ad honorem regis me suena diferente a las interpretaciones que conocía, debe de ser un transcripción 'nueva' para este disco. Quizá lo digan en el libro II, donde están todas las ediciones musicales de las obras del disco (y bastantes más), pero no lo he leído.

Apenas suenan instrumentos. Lo hacen solo en el primer disco: vihuela en las dos pistas instrumentales del Renacimiento y muy discretamente en pocas pistas más: rebec en Ondas do mar de Vigo; laúd medieval en Pois que vos Deus, la bellísima primera cantiga de amor de D. Dinis (no es que Ondas de mar no lo sea, pero como ha sido uno de mis últimos 'descubrimientos' ... ; vihuela en el romance de Inés de Castro (muy bello) y vihuela y rebec en el de la toma de Granada; y en la CSM 283 aparte del rebec también hay percusión puntualmente, no continua ni avasalladora como suele ser habitual. Muy bien los instrumentos. Y de las voces ya dice J.F. Weber que "The singing is of exquisite purity". Y como el repertorio es muy atractivo y variado, digamos que el disco es excepcional.

El segundo disco (grabado antes, en 2000) lo he escuchado menos, pero es también muy escuchable. Una misa y unos maitines, más 'gregoriano', obviamente, con algunos versículos polifónicos. Antes de la misa (del Gallo, como es tradicional), una Sibila, la de Braga, otra más, cuando suponía que Savall había grabado todo lo sibilable (Sabal/Sibil).